05 dezembro 2012

Me perdoa?

Alguns de meus maiores tropeços não acontecem por causa de meus pés e, sim, por causa de minhas mãos.

Na verdade, eu deveria dizer que acontecem por causa de minha língua, mas, como na maioria das vezes minhas palavras assumem a forma digitada, daí a razão de dizer "mãos" (dedos).

Algum tempo atrás fiz algo que achei que seria o certo. Fui diretamente a uma pessoa, irmã na fé, e fiz-lhe (escrevi-lhe) uma pergunta sobre um assunto que já a algum tempo me inquietava. Isso a deixou tão zangada, a ponto de excluir-me de sua lista de amigos... 

'Tá vendo? Estragou tudo...

O pior veio depois -- aquele arrependimento, o dever de pedir perdão, o medo de ser rejeitada. Contudo, fiz o que deveria ser feito. Pedi, digitalmente..., que me perdoasse e até ofereci de fazê-lo pessoalmente, mas nada ouvi, nada recebi como retorno.

Ninguém pode ser forçado a perdoar quem quer que seja. Mas somos ensinados a perdoar, assim como Deus nos tem perdoado. Sabendo que fiz o correto, agora me resta acalmar meu coração e esperar que a outra parte envolvida também reconheça o que lhe cabe ser feito.

"Senhor, mostre-me onde tenho errado e dê-me a coragem de reconhecer meus erros, pedir perdão a quem seja necessário, e que eu possa aprender a não cometer os mesmos erros novamente."



28 novembro 2012

O Que Acontece Quando Tropeçamos em Nossa Caminhada Cristã?



(Este pequeno artigo já me fez muito bem. É importante sempre nos lembrarmos de certas verdades bíblicas, especialmente quando elas nos ajudam a seguir em frente com uma fé renovada.)

Você já se sentiu como se estivesse vivendo no limite da paciência de Deus com você? Ou como se tivesse três chances para acertar, já errou duas e sabe que vai errar novamente? Quantas de nós tropeçamos tanto em nossa caminhada de fé que achamos que Deus deve estar tão cansado de nós ao ponto de ir embora e não mais querer saber da gente! Felizmente isso não é verdade.

"Para que sua permaneça forte, a primeira verdade que você precisa saber sobre Deus é que seu amor e aceitação são incondicionais. Quando você está forte em sua caminhada de , Deus ama você. Quando seu caminhar está enfraquecido, Deus ama você . Quando você está forte em um momento e fraco no outro, Deus ama você. O amor de Deus por nós é a grande e eterna constante em meio a todas as inconstâncias da nossa caminhada diária."

Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.” – I João 2: 1, 2.

Podemos ver essa passagem bíblica como se fosse em um tribunal. Nós somos o réu. que nós somos culpados das acusações. Jesus é nosso defensor, como um advogado articulando nosso caso diante do "Juiz". Ele está em constante intercessão por nós diante do trono de Deus. Bom, eu costumava me sentir constrangida com este cenário, como se Jesus sempre tivesse que convencer Deus a perdoar, contudo a ideia é Jesus sendo nossa "defesa" constante. Por Ele estar lá, somos justificados diante de nosso Pai Celestial quando pecamos. No meu caso é uma coisa bem constante. Eu estaria diante do tribunal muitas vezes.

Por isso também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.” – Hebreus 7:25

Sabemos que Deus deseja que nos esforcemos para fazer a coisa certa, para não estarmos em situação de constante pecado. Ele nos ajuda, conduz e orienta, mas também sabe que somos humanos e falhos. Nem posso contar as vezes que, diariamente, gostaria de voltar atrás em uma decisão, ou ação, ou palavra que sai da minha boca. Algumas de nós consegue se sair melhor que outras, mas todas nós tropeçamos. Talvez o que nos faz cair não sejam coisas pequenas, de todos os dias,  mas grandes obstáculos.

Deparei-me com alguns grandes obstáculos onde caí de cara no chão. Tudo estaria indo muito bem e então, antes de me dar conta, minha vidaestava uma bagunça e eu me sentia como se Deus tivesse me abandonado. Minha vida poderia estar uma bagunça, mas Deus de modo algum me abandonou. Nosso adversário faz o que pode para nos tirar da vontade e da amizade de Deus. Ele se aproveita de nossas fraquezas e mexe com elas. Então, quando consegue nos colocar no lugar de pecado, ele nos bombardeia com a noção de que Deus não quer mais saber da gente. Chega. Acabou!

Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos.” – Romanos 8:26,27.
Quem nos condenará? É Cristo Jesus quem morreu, ou antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.” – Romanos 8:34.

Jesus é nosso “intercessor”. Está sempre ali para guiar, ajudar e cuidar de nossos interesses.

Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” – Romanos 5:8.

Então, se ele nos conhecia e nos amava antes que o conhecêssemos e que o amássemos, ainda não nos amaria, mesmo se tropeçamos? É importante lembrar que se tropeçar (quando tropeçar), não fique caída e nem entregue os pontos. Levante-se e siga em frente.

Jesus sempre nos diz para seguir em frente. Não para ficar olhando para o passado. Não fique remoendo arrependimentos e erros do passado. Todas nós os temos. Se não formos cuidadosas podemos acabar ficando paralisadas, amedrontadas, incapazes de nos levantarmos para seguir em frente. Se você está tendo dificuldade com pecado e erros do passado, peça a Deus para lhe mostrar como receber o perdão e depois esqueça. Ele quer que não fiquemos repetindo os erros vêz após vêz. Jesus quer levá-la a admitir os pecados, mas depois diz para abandoná-los. Diz que se esquece deles e que os remove da "memória". Ele espera que façamos isso também.

Conceito e citação extraídos da obra de Neil Anderson, Victory Over the Darkness.
Original do artigo em inglês retirado do blog "A day in the life of a woman after God's heart",encontrado aqui.

24 novembro 2012

Decidi Visitar Sua Igreja No Domingo



Então… eu não sou crente mas finalmente decidi visitar sua igreja no domingo. Mas...  não espere muito de mim. Talvez eu desista, se alguma coisa surgir, porém, no momento, acho que irei. Sinto que devo ir, embora não tenha certeza do por quê. Antes de nos encontrarmos gostaria de dizer-lhe algumas coisas sobre mim.

1. Não vou compreender essa linguagem religiosa, então, pense nisso quando conversarmos. Eu não sei o que quer dizer unção do Espírito, ungido, varão, vaso, levita, coração de adorador, coberto pelo sangue, morrer para o eu, estar na Palavra, etc. Se tivermos uma conversa cheia de expressões religiosas eu provavelmente não entenderei metade das palavras... e talvêz até pense que você seja meio biruta.

2. Quando me perguntar como estou, saiba que não confio em você. Provavelmente vou mentir e dizer que está tudo bem. Não é que eu não queira contar para você; é que tenho passado por momentos dolorosos e ainda não tenho certeza se posso confiar em você. Que tal primeiro você me contar sua história? Se eu gostar de você e sentir que você não vai capturar minha alma ou algo desse tipo, eu lhe contarei a minha.

3. Sou meio malcriado e posso me irritar com algumas coisas. Se eu perceber em você um certo ar de superioridade, cairei fora.  Se você estiver apenas esperando sua vez de falar ao invés de me ouvir de verdade, não ficarei interessado. Não espere que eu seja exatamente como você.

4. Não precisa sair por aí me apresentando para todo mundo. Uma ou duas pessoas, tudo bem; mas, por favor, não forme uma fila de gente para me cumprimentar. Também ficarei bastante inibido se, durante o culto, me fizerem ficar em pé por ser visitante, ou dar as mãos aos meus vizinhos, ou repetir algo para a pessoa que estiver ao meu lado... Eu só quero ver como são as coisas. Preciso de um pouco de espaço.

5. Procuro um interesse genuíno por mim. Não quero me sentir como seu projeto pessoal de evangelismo ou ser mais um nome na sua lista de “almas ganhas para Cristo”. Se esse Jesus é quem você diz ser, então eu gostaria de primeiramente ve-lo em você. É assim que funciona, certo?

6. Terei dúvidas e perguntas. Preciso da verdade e não de suas preferências ou sua religião, então, pode apenas me contar o que a Bíblia diz, de maneira simples e clara?

7. Preciso me sentir benvindo. Existe algum limite de tempo ou algo em minha visita que me mostre quando já estou sendo chato? É que já estive em outras igrejas e parecia que as pessoas estavam com pressa para que eu tomasse uma decisão ou algo assim. Quanto tempo terei até deixar de ser benvindo?

Obrigado por ter me ouvido. É quase certeza que aparecerei nesse domingo... ou talvêz não.

(tradução do original de Thomas Weaver, com algumas adaptações)

11 novembro 2012

Cacos de porcelana



Era uma xícara decorada linda, de porcelana fina, de um país europeu, presente cuidadosamente embalado para uma amiga. Apesar de toda precaução, grande foi o desapontamento ao descobrir que havia se quebrado durante a viagem.
Que pena! Tão linda, mas tão frágil e delicada! Não resistiu..

Amizades e relacionamentos fazem parte de nossa vida. Não fomos feitos para viver isolados, sem um círculo de amizades, grande ou pequeno, ou sem aquele alguém especial com quem compartilhamos aquilo que somos.

Os relacionamentos, porém, são frágeis e delicados. Basta um descuido, um mal entendido, uma dessintonia, para que se despedacem. O conserto nem sempre é fácil e nem muito barato, pois precisamos tomar uma decisão (de consertar as coisas), engolir nosso orgulho (tomar o primeiro passo) e não dar ouvidos ao medo (de sermos rejeitados).

Os pedaços daquela xícara foram colados e, apesar da imperfeição, ela serve como uma prova de amizade. Da mesma forma, um relacionamento restabelecido, poderá não voltar a ser perfeito, mas as marcas da imperfeição servirão de lembrete para valorizarmos nossos amigos e cuidarmos de nossos relacionamentos com amor e carinho.

02 julho 2012

Ressuscitando um Semimorto.

Não existe título melhor para hoje.

Meu blog ficou tão esquecido que pode ser considerado semimorto ou em estado de coma (não está morto porque ainda me recordo os dados de acesso...)

Durante esse tempo comatoso surgiram títulos e assuntos diversos para serem desenvolvidos, mas faltou-me aquele bom empurrão, aquela vontade de vencer não sei o quê e finalmente escrever. Alguns bons motivos não faltaram, assim como muitas desculpas!

Dizem que manter um blog é como criar um hábito que necessita ser constantemente praticado para não ser perdido.
Talvez um dos meus empecilhos seja o fato de que boa parte dos assuntos sobre os quais pensei escrever requer alguma ação outra que somente colocar palavras na tela: preciso reconhecer um grande tropeço e acatar a humilhação que me é devida.

Felizmente, para (quase) tudo tem conserto! E talvez o maior passo já tenha sido dado: reconhecer o erro. Agora é seguir o próximo passo. Mas, para isso, preciso escrever a próxima postagem!

07 dezembro 2011

Wounds


"It has been said, 'time heals all wounds.' I do not agree. The wounds remain. In time, the mind, protecting its sanity, covers them with scar tissue and the pain lessens. But it is never gone." - Rose Kennedy (1890 - 1995)

20 outubro 2011

Moisés 2.0

Atualmente estou lendo um livro que muito me tem feito pensar e gostaria de compartilhar partes do capítulo 9, sobre Os Dois Ministérios de Jesus.

Nunca antes havia pensado que o Novo Testamento teve início com a morte de Jesus e não com o seu nascimento! Ao abrirmos a Bíblia no primeiro capítulo de Mateus, vemos, na página anterior, em grandes letras: "O Novo Testamento" e por isso achamos que seu início é com o nascimento de Jesus.

O menino Jesus, na mangedoura em Belém, nasceu debaixo da lei. Todos ao seu redor estavam também debaixo da lei: “... Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos.” (Gal.4:4-5)

Isso quer dizer que, durante a maior parte dos evangelhos a Nova Aliança ainda não havia sido implementada. O grande divisor é a cruz, pois a morte de Jesus, não o seu nascimento, é o que deu início à era do Novo Testamento.

Isso é muito importante para compreendermos a Bíblia, especialmente os ensinamentos de Jesus. Pode-se dizer que ele se concentrou em dois ministérios:

-  O segundo se referia a profecia sobre um novo caminho, livre de regras, regulamentos e religião. Ele falava de um sistema baseado na graça, onde poderíamos chamar Deus de “Papai” (Abba), que incluía conceitos como luz, amor e vida nova. Isto é o que geralmente nos vem à mente quando pensamos nos ensinamentos de Jesus.
- Mas o primeiro foco, igualmente importante, era fazer com que todos ao seu redor compreendessem o verdadeiro sentido ou “espírito” da lei. Vejamos alguns trechos de um sermão “de matar” (Mateus 5:21-48) que Jesus proferiu diante de ouvintes boquiabertos:

Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. Eu, porém, vos digo que todo aquele que [sem motivo] se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo. (Mat. 5:21,22)

Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela. (Mat. 5:27-28)

Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-0 de ti; pois te convém que se pereça um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. (Mat.5:29)

E se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros e não vá todo o teu corpo para o inferno. (Mat.5:30)

Ouvistes o que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem, para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, .... (Mat.5:43-45)

Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste. (Mat.5:48)

Moisés 2.0
Os ouvintes de Jesus estavam acostumados ao “Não matarás” e seguros de poderem guardar o mandamento, mas “nem mesmo ficar com raiva de alguém” era algo novo que acabavam de ouvir. Da mesma forma, conheciam o “Não adulterarás” e talvez conseguissem não adulterar, mas “nem mesmo olhar para uma mulher com má intenção”? Como é que poderiam controlar um impulso desse numa fração de segundos?

Aí, Jesus “solta a bomba”: lhes diz para arrancar os olhos, cortar as mãos e serem perfeitos como Deus. É interessante notarmos que Jesus faz referência a Moisés várias vezes e depois sobe o padrão. Ele faz com que seja impossível para qualquer pessoa se adequar. E outra coisa: as consequências pela desobediência aos seus ensinamentos seriam julgamento e ser lançado no inferno.

Alguns explicam Mateus 5 como uma passagem sobre crescimento espiritual, aplicada aos cristãos. O autor do livro questiona esse ponto de vista e, baseado nas consequências mencionadas por Jesus, diz que o que está em questão aqui é nosso destino final: se nos tornaremos “filhos de nosso Pai celeste” ou se seremos “lançados no inferno”. Este seria o contexto e estas são as palavras de Jesus.

A única razão de sobrevivermos esse sermão “de matar” sem levar em conta a grande divisão da cruz é que a maioria de nós não leva os ensinamentos de Jesus tão a sério. Pensando que “ele não quiz realmente dizer aquilo” nós nos contentamos com uma versão mais “light”. Dessa forma, Jesus não é mais uma pedra de tropeço, mas apenas uma pequena lombada na estrada rumo ao nosso destino do “auto-aperfeiçoamento”.

Mas agora que vimos a linha divisória da cruz, não precisamos “diluir” seus duros ensinamentos, mas colocá-los em contexto. Se pudermos voltar e ler os 4 evangelhos, veremos os dois ministérios de Jesus: o segundo ministério trazendo a nova aliança, mas também o primeiro condenando o orgulhoso com o espírito verdadeiro e inatingível da lei. Esse primeiro ministério não mostra um Jesus amistoso e bom vizinho. Mostra o Senhor com uma espada. Ele repetidamente faz referência à lei de Moisés e depois, sobe o padrão.

Introduzindo Moisés 2.0
Qual seria sua motivação para esses ensinamentos impossíveis? Ele amplificou a lei para mostrar que ela não poderia ser obedecida de forma alguma. Ele disse a alguns para cortar membros do corpo. Disse a outros para vender tudo que possuíam. E ainda os chamou de “víboras”.
Qual foi o resultado? O homem rico foi embora triste. Os fariseus foram embora com raiva. Missão cumprida.

Vancouver 2010
Os padrões olímpicos são altos. Em 2010 os jogos olímpidos foram realizados em Vancouver. Naquela época as condições para esquiar eram tais que, na descida da montanha, os competidores atingiam velocidades excedentes a 145Km por hora durante os treinos. A velocidade normal nesse nível de competição é geralmente ali pelos 135 Km por hora. Então, o comitê olímpico decidiu começar a competição em local mais baixo na montanha, para evitar que os esquiadores atingissem velocidades incontroláveis.

Em Mateus 5, Jesus convida os ouvintes para um tipo de olimpíada espiritual. Ao contrário do comitê olímpico de Vancouver, Jesus toma a linha de partida e a coloca em um lugar mais alto na montanha. Dessa forma, todos os esquiadores acham impossível fazer o trajeto. Ninguém jamais conseguiria chegar lá embaixo e muito menos ganhar uma medalha.

Então, para surpresa geral, Jesus sobe ao topo, esquia perfeitamente montanha abaixo, ganha a medalha de ouro, bate o recorde olímpico, e nos dá a medalha. Depois ele grita para todos: “Atenção! Fiquem longe daquela montanha! Toda tentativa de esquiar nela certamente resultará em morte.”

A montanha não vai desaparecer até que os céus e a terra desapareçam com ela (Mat. 5:18). E nós devemos respeitar a montanha (Rom. 7:12). Devemos observar o seu topo com admiração. Porém, não é da nossa conta tentar sobreviver descendo suas encostas traiçoeiras:

... porque estas mulheres são duas alianças: uma, na verdade, se refere ao monte Sinai, que gera para escravidão; ... Mas a Jerusalém lá de cima é livre, a qual é nossa mãe; ... (Gal. 4:24,26)

(“God Without Religion – Can it Really Be This Simple?” by Andrew Farley)